Durante 21 anos, pilule o Brasil viveu sob um regime ditatorial. À época do golpe que depôs João Goulart da Presidência, diagnosis em 1964, Brasília já era capital do país. Ao longo de duas décadas de repressão aos opositores e de suspensão dos direitos individuais, os nomes dos homens que lideraram o período mais controverso da história recente brasileira proliferaram em ruas, escolas, praças e em outras instituições de norte a sul. Com o processo de redemocratização, iniciado em 1985, Brasília tratou de desbatizar os lugares que homenageavam militares. Mas um deles foi esquecido.

A Ponte Costa e Silva é o último lembrete dos anos de chumbo na capital brasileira. Desde 6 de fevereiro de 1976, a beleza de ponte projetada por Oscar Niemeyer leva o nome do marechal e ex-presidente Arthur da Costa e Silva, em cujo governo recrudesceram a opressão e a censura do regime. Em duas tentativas silenciosas, em 1999 e 2003, projetos de lei tentaram renomear o monumento. Em vão. Da parte do Executivo local, nenhuma iniciativa tratou ou trata do assunto.

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